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Séries para aprender mais sobre finanças e negócios

Quando o assunto é finanças e negócios, sabemos que o aprendizado pode ser um pouco mais complicado. Porém, isso não quer dizer que ele não possa ocorrer de maneira interessante e descontraída.

Estamos vivendo a era da- informação, onde os mais diferentes conteúdos são oferecidos em diversos formatos, deixando tudo mais acessível para aqueles que se sentem motivados a adquirir novos conhecimentos.

Um dos formatos mais inusitados para se aprender, e que causa grande prazer em seus telespectadores, são as séries. Sim, é possível aprender finanças de um jeito bastante irreverente. Montamos uma lista de séries aclamadas pelo público que vão te entreter e te ensinar um pouco mais sobre o assunto ao mesmo tempo em que te diverte.

1. Billions

Billions é uma das séries sobre o mercado financeiro mais aclamadas pela crítica e pelo público. Exibida pela HBO, ela mescla questões financeiras e investigações jurídicas.

A série explora o conhecimento em finanças para dar mais realismo aos seus episódios e fornece bons ensinamentos sobre investimentos aos espectadores.

Além de explicar o funcionamento dos fundos e do mercado de ações, o seriado passa preciosas lições: como ser bem-sucedido no setor financeiro, a importância de pesquisar antes de agir e não ter medo de cortar aplicações que dão prejuízo.

2. Suits

Apesar do pano de fundo dessa série ser uma empresa de advocacia, não se engane: o mercado financeiro é uma temática recorrente ao longo dos episódios. Dentre os personagens principais, estãodirigentes de grandes empresas, investidores e corporações financeiras que necessitam dos serviços desse escritório para suas questões econômicas e investimentos. É impressionante a capacidade argumentativa dos profissionais da área de Direito.

3. Silicon Valley

A série se passa no ambiente de uma startup, em um dos principais polos empreendedores do setor: o Vale […]

Gastos essenciais, necessários e supérfluos: você sabe diferenciá-los?

Início do ano muitas vezes significa uma revisão no orçamento doméstico, certo? Organizar e economizar nas despesas são práticas fundamentais para alcançarmos nossas metas financeiras para 2019.

Mas como diferenciar os gastos realmente importantes daqueles feitos de forma menos racional? Uma medida para ajudar você a estabelecer suas prioridades é classificar suas despesas em três grupos – essenciais, necessários e supérfluos. Veja as características de cada tipo de gasto:

Gastos essenciais

São aqueles dos quais você depende para viver, como alimentação, moradia, saúde, transporte e educação. Como esses gastos não podem ser eliminados, o ideal é tomar determinadas ações para reduzi-los, sem, no entanto, comprometer o seu bem-estar pessoal.

Por exemplo, já é possível diminuir seus gastos com medidas simples na hora de ir ao supermercado. Você pode fazer uma lista de compras, comparar preços e também acompanhar promoções.

Em relação à moradia, se você vive em um imóvel alugado, considere renegociar o valor pago mensalmente ou então procurar outro aluguel que se encaixe melhor no orçamento.

Quanto às inevitáveis contas de água, luz e gás, a dica é trocar os eletrodomésticos antigos por outros mais econômicos. Vale ainda prestar atenção aos excessos do dia a dia e tornar o consumo diário mais consciente.

Gastos necessários

São aqueles que contribuem para a manutenção da sua qualidade de vida em geral, mas que podem ser reduzidos ou até mesmo eliminados, ao menos por um certo período. Nessa categoria podemos incluir, por exemplo, os gastos com telefone celular, carro, viagens e TV por assinatura.

Que tal deixar seu carro na garagem por um tempo? Ao adotar meios de transporte público, utilizar bicicleta para se locomover e mesmo pedir caronas a amigos e colegas, já é possível economizar nas despesas com automóvel.

Aquela viagem em […]

Compras seguras na internet: evite prejuízos financeiros

Você já sabe a importância de consumir com consciência, não é? Então o que acha de passar a fazer compras também mais seguras? Aproveite fevereiro, mês em que se comemora o Dia da Internet Segura (05/02), para aprender ainda mais sobre como garantir uma experiência de compra online tranquila. Confira algumas dicas:

Como saber se uma loja virtual é confiável?

Verifique se o site utiliza uma conexão segura: a barra de endereço deve apresentar um símbolo de cadeado e começar com HTTPS. Isso comprova a segurança do site, com a garantia da privacidade dos seus dados através da criptografia das informações.

Antes de realizar uma compra, é indispensável procurar mais informações sobre a loja, como razão social, e-mail, endereço físico, CNPJ, número de telefone ou outros meios de contato para atendimento ao cliente. Caso tenha começado a navegação a partir de um email publicitário, acesse o site da loja e confirme se a promoção é mencionada lá. Alguns criminosos conseguem criar páginas que se parecem bastante com o da loja de verdade. Portanto, verifique sempre, especialmente se a promoção for muito “generosa”.

Não deixe também de pesquisar na internet a reputação da empresa. Uma boa ideia é acessar as redes sociais e sites de reclamações para conferir as experiências e comentários de outros consumidores. As opiniões de pessoas que já compraram podem ajudar a esclarecer dúvidas sobre a loja.

O que posso fazer para proteger seus dados?

É fundamental manter seu sistema operacional, softwares de segurança, navegadores e aplicativos sempre atualizados. Certifique-se de fazer varreduras regulares com seu programa antivírus, de modo a evitar a entrada de softwares mal-intencionados.

Tenha cuidado com os seus dados na internet. Não os envie por e-mail ou mensagem privada nas redes sociais. Atenção também […]

Como andam as suas metas financeiras para 2019?

2019 já começou. O que você tem feito para melhorar sua vida financeira neste novo ano? Aproveite o mês para dar início ao seu planejamento e efetivamente agir para alcançar suas metas. Qual o seu objetivo para 2019? Confira algumas dicas que podem ser adotadas:

Controlar o uso do cartão de crédito

O cartão de crédito pode trazer muitos problemas financeiros caso não seja utilizado com um planejamento e objetivo claros. Por isso, avalie com sinceridade se você deve ter um e, em caso positivo, escolha aquele que atenda às suas necessidades e facilmente se encaixe no seu orçamento (ou seja, um cujo limite não ultrapasse 30% da sua receita mensal). Você pode conferir outras dicas para usar o cartão de crédito com mais prudência aqui.

Aumentar minha educação financeira

Como melhorar as escolhas financeiras e aperfeiçoar a carteira de investimentos? A resposta é simples: aumentando sua educação financeira. E, graças à internet, adquirir conhecimento está cada dia mais fácil. Já existem diversos cursos online e gratuitos sobre o tema. O que você está esperando? Basta um clique para começar a aprender mais sobre finanças.

Equilibrar o orçamento familiar

Que tal começar o ano com o pé direito revendo o orçamento doméstico? Ao analisar as despesas mensais, você tem clareza para melhor administrar sua renda, limitando o consumo de supérfluos e, assim, evitando compras desnecessárias. Janeiro é o momento certo para repensar gastos como pacotes de internet, telefone fixo, TV por assinatura e muitos outros.

Diminuir os gastos no supermercado

Você sabia que a alimentação é uma das categorias que mais afetam o orçamento doméstico? Esta tarefa pode parecer impossível, mas com algumas mudanças simples na hora de ir às compras, tais como levar uma lista e não ir ao mercado com […]

Saiba como organizar suas férias sem gastar muito

Nas redes sociais, muitas fotos de praia e sol, ou, para quem tem amigo passeando pelo hemisfério norte, baixas temperaturas e até neve… quase impossível resistir à vontade de viajar. Mas como se trata de alta temporada, o interesse pode diminuir quando pensamos nos valores praticados nesta época. Para ajudar a planejar e concretizar essa vontade sem estourar o orçamento, selecionamos algumas dicas para te ajudar a economizar nas férias:

Tempo é dinheiro

Quanto maior foi a antecedência com a qual você planejou sua viagem, melhores serão os preços para a compra de passagens e hospedagem, mesmo para a alta temporada. Comece a procurar três a quatro meses antes. Os valores estarão mais competitivos porque você terá mais opções.

Saia do óbvio

Enquanto todos estão procurando locais com praia ou piscina no verão brasileiro, suba a montanha ou procure um local mais distante desse movimento. Aproveite regiões com temperatura amena ou cidades menores, onde não há tanta procura justamente por sua calmaria nesta época de verão. Às vezes, cidades vizinhas mais afastadas dos centros turísticos podem apresentar preços ainda melhores.

Escolha sua rota

Faça seu roteiro baseado nos seus gostos pessoais. Ao invés de visitar todos os pontos turísticos e não aproveitar nada, faça passeios que considera mais agradáveis. Otimize seu tempo e dinheiro pensando no melhor itinerário, pesquisando os dias de visita mais baratos ou gratuitos. Praças, parques, museus e galerias são escolhas acessíveis.

De olho nas promoções e opções

Para passagens aéreas ou pacotes de viagem, pesquise em sites e aplicativos as melhores escolhas. Alguns deles fazem comparações de valores de hotéis e datas disponíveis, além de informar se oferecem café da manhãe melhor localização. Confira também o preço de apartamentos ou casas para alugar, algumas […]

A influência dos sentimentos na nossa vida financeira

Quando o assunto é a vida financeira, nossas decisões são absolutamente racionais, certo? De acordo com as teorias econômicas clássicas, a lógica atravessa todo o processo de tomada de decisão do consumidor. Para os economistas e psicólogos favoráveis à economia comportamental, no entanto, esse pensamento está ultrapassado – questões culturais e, principalmente, emocionais influenciam nossas escolhas financeiras muito mais do que imaginamos.

O custo financeiro da tristeza

Você sabia que um dos sentimentos que mais afetam a vida financeira é a tristeza? Segundo um estudo realizado pelos departamentos de Psicologia das Universidades de Harvard e Columbia, nos -Estados Unidos, a tristeza provoca alterações em nosso comportamento, direcionando-o para a busca pela gratificação imediata ao invés da recompensa futura.

Assim, de acordo com o professor da Universidade Riverside, Ye Li, “as pessoas tristes são mais impacientes e frequentemente irracionais”. Essas características, por sua vez, favorecem o surgimento de problemas financeiros, como dívidas no cartão de crédito e má administração do orçamento pessoal, por exemplo.

Transtornos emocionais e as compras compulsivas

A persistência de sentimentos negativos podem levar ao hábito de comprar exageradamente. O indivíduo que sofre os efeitos do estresse, da tristeza ou da ansiedade, por exemplo, utiliza o ato de comprar como um mecanismo de compensação, um meio para lidar e tentar amenizar suas questões emocionais.

Como concluído por uma pesquisa do University Hospital of Erlangen, na Alemanha, diversos transtornos emocionais estão relacionados à compulsão na hora de comprar. De acordo com esse estudo, 90% desses pacientes também sofriam de outros transtornos psiquiátricos, sendo a depressão e a ansiedade os distúrbios mais comuns.

Inteligência emocional para a saúde financeira

Como essas pesquisas demonstraram, o estado emocional é um dos fatores envolvidos no processo de tomada de decisões no momento da […]

Revisão das Promessas de 2018

Com o fim do ano se aproximando, chega a hora de rever e refletir sobre os acontecimentos e as nossas ações nos meses anteriores. Você se lembra das suas promessas para 2018? Talvez quitar alguma dívida, comprar um automóvel… se você ainda não realizou as suas metas para este ano, saiba que ainda dá tempo.

Confira algumas dicas para alcançar seus objetivos antes do final do ano – ou para se preparar bem para o próximo:

1) Simplifique

Muitas vezes, nossa meta é tão grande e complexa que acaba parecendo inalcançável. Antes de se comprometer com um novo projeto – sobretudo os que são muito diferentes do seu estilo de vida –, você precisa simplificá-lo, ou seja, decompor o seu objetivo em ações pequenas e simples. Com isso, você tem uma visão mais clara do caminho que deve percorrer para concretizar a sua promessa.

2) Visualize

Metas muito abstratas podem acabar desestimulando uma tomada efetiva de ação. Por isso, é necessário adotar algumas medidas para que você consiga visualizar seu objetivo, tornando-o mais palpável. Por exemplo, você pode colocar uma imagem que remeta à sua meta em lugares e objetos à sua vista, como geladeira, celular, computador, quarto e banheiro. O contato diário com esses itens fará com que você se lembre constantemente do seu objetivo.

Outra dica é o desenvolvimento de um quadro de visualização. Nesse caso, a ideia é reunir as imagens relacionadas ao seu objetivo em um painel e depois situá-lo em um local de fácil acesso. Isso ajudará a preservar sua motivação para cumprir as tarefas necessárias para o alcance da sua meta.

3) Responsabilize-se

Outra estratégia para garantir o cumprimento da sua promessa é aumentar a responsabilidade pelas suas ações. Você pode estabelecer prazos para a execução […]

Qual é o seu perfil de investidor?

Você já sabe qual é o seu perfil de investidor? Identificá-lo é imprescindível para a escolha das aplicações mais adequadas para a composição do seu portfólio financeiro.

Para isso, é necessário analisar fatores como a sua tolerância a riscos e a etapa de vida na qual você se encontra. Esses elementos serão os responsáveis por indicar a qual perfil você pertence. Para simplificar o processo, vale a pena responder algumas perguntas a si mesmo:

Qual a sua tolerância a riscos? Você tem dificuldade em lidar com cenários de instabilidade?
Em qual estágio você se encontra na sua vida profissional e pessoal?
Qual é o seu nível de conhecimento sobre finanças? Está disposto a aumentá-lo?
Quais são os seus objetivos para os próximos anos?

Ao levar em consideração as suas metas, personalidade, fase de vida e educação financeira, torna-se possível desenvolver estratégias mais conscientes quanto à aplicação dos seus recursos.

Quais são os perfis de investidor?

De acordo com a maioria das classificações do mercado e de instituições financeiras, existem três perfis principais de investidor:

Perfil Conservador

Esse tipo é caracterizado pela aversão ao risco, havendo prioridade para investimentos que ofereçam maior segurança e estabilidade. Assim, a carteira desse perfil é constituída majoritariamente por aplicações em renda fixa.

Perfil Moderado

Esse perfil apresenta maior tolerância a riscos em comparação ao anterior, em uma busca por mais rentabilidade. Assim, as aplicações são divididas entre renda fixa e variável, compondo um portfólio de investimentos mais diversificado.

Perfil Arrojado

O perfil arrojado prioriza a alta rentabilidade de seus investimentos, apresentando assim grande tolerância a riscos. A carteira é predominantemente formada por aplicações em renda variável.

 

Viu como as características do perfil do investidor influenciam diretamente a estrutura do seu portfólio? O alinhamento entre a sua personalidade e a […]

O que é inflação do estilo de vida e como evitá-la?

Conforme ganhamos experiência e avançamos em nossa jornada profissional, costumamos perceber um aumento da nossa renda e, por consequência, do nosso padrão de vida, certo? Nem sempre. Esse raciocínio, aparentemente inofensivo, pode comprometer o patrimônio financeiro a longo prazo.

Inflação do estilo de vida é o termo utilizado para o comportamento de elevar os gastos de acordo com o aumento da renda. Com a permanência desse hábito, as despesas podem se tornar equivalentes ou mesmo superiores às receitas, favorecendo o surgimento de dívidas e dificultando o planejamento financeiro.

Se a inflação do estilo de vida é tóxica para a saúde financeira, como pode ser tão comum entre as pessoas?

A grama do vizinho sempre parece mais verde

O círculo social no qual estamos inseridos influencia nosso comportamento financeiro muito além do que imaginamos. A comparação com as aquisições dos nossos parentes, amigos e colegas de trabalho e a pressão social para adotar um determinado estilo de vida podem incitar o impulso para o consumo excessivo de bens desnecessários como uma forma de remediar o sentimento de inferioridade social e econômica e ser melhor aceito em um grupo. É preciso ficar atento e equilibrar as relações sociais com a sua realidade financeira.

A recompensa depois de tanto trabalho

Os contratempos e o estresse diários do trabalho precisam ser contrabalançados com relaxamento, descanso e alegria, não é mesmo? Que esses momentos são necessários para a preservação da saúde do corpo e da mente, todos já sabem. O problema se encontra no modo como essas autoindulgências serão satisfeitas. Muitos enxergam no consumo ininterrupto e em um padrão de vida mais elevado o caminho para a felicidade.

Mas afinal, o que fazer para aproveitar melhor o aumento da renda, evitando a inflação do estilo […]

YouTube x Consumo Infantil: como administrar essa relação?

Mãozinhas ágeis nos tablets e smartphones, olhinhos ávidos sobre a tela do computador. Hoje em dia, as crianças estão passando cada vez mais tempo na internet, principalmente no YouTube. Mas o que tem despertado tanto interesse entre os baixinhos? E a quais riscos, em termos de estímulo ao consumo infantil, eles estão expostos?

Segundo um estudo do ESPM Media Lab, o total de visualizações feitas por crianças de até 12 anos nessa plataforma alcançou 117 bilhões somente em 2017. Além disso, dos cem canais de maior audiência no Brasil, quase 50% produzem conteúdo voltado para o público infantil.

O perigo dessa tendência não está só no tempo que os pequenos gastam em frente ao computador, mas no tipo de conteúdo que assistem. Os vídeos de unboxing, por exemplo, que desembrulham e exibem brinquedos e outros produtos infantis, podem influenciar negativamente o comportamento da criança, estimulando o consumismo justamente na fase da vida em que ela deveria começar a desenvolver responsabilidade financeira.

De acordo com Fernanda Furia, mestre em Psicologia de Crianças e Adolescentes, esses vídeos ajudam a promover atitudes consumistas: “eles geram mais expectativa para comprar um determinado brinquedo, estimulam a vontade de ter mais coisas e, muitas vezes, incentivam uma ostentação entre as crianças para ver quem possui mais”.

Se por um lado a internet pode ensinar maus hábitos, há muitas maneiras de se utilizar dela de modo educativo. Confira algumas medidas os pais podem adotar para prevenir o estímulo ao consumismo infantil:

Incentive seu filho a usar o tempo na internet em games que estimulem a administração financeira. O Poupadin, por exemplo, tem conteúdo sobre finanças bastante atrativo para os baixinhos.
Aproveitando o interesse da criança pelo tema, proponha metas para que ele/ela conquiste um brinquedo […]